Leitura do relatório de Opex sobre a malha roteirizada. Os números desta página são os do consultor, sem alteração — para você conferir, discordar e decidir o que vira indicador. A ressalva sobre como esse custo foi calculado está no fim.
Cada bloco é uma rota, na largura proporcional à economia possível. Três rotas respondem por metade de todo o potencial.
Cada ponto é uma rota: distância média por viagem na horizontal, custo sobre receita na vertical, tamanho pela oportunidade. A linha tracejada é a meta de 3,7%. Passe o mouse para ler a rota.
A coluna alavanca é a recomendação do próprio consultor para cada rota.
A malha se divide em oito faixas. Metade das viagens não passa de 140 km; no outro extremo, 195 viagens passam de 2.300 km. São operações diferentes com o mesmo nome.
Quanto do potencial vira economia, e onde o custo sobre receita chega em cada cenário.
O que o consultor sugere acompanhar. Marcados em cor os que o ERP já consegue medir hoje sem integração nova.
O consultor calcula o custo de cada rota como km rodado × uma taxa por tipo de veículo — R$ 5,31 para 3/4, R$ 5,32 para toco, e assim por diante. É um custo padrão, útil para comparar rotas entre si. Não é o valor efetivamente pago a posto, oficina e motorista.
Medindo o contas a pagar do WinThor no mesmo período, os dois divergem por categoria:
| Categoria | Contabilidade (jan–abr) | Contas a pagar | Diferença |
|---|---|---|---|
| Combustível | 2.031.430 | 1.972.733 | −2,9% |
| Pedágio | 102.084 | 118.751 | +16% |
| Manutenção e pneus | 966.028 | 533.239 | −45% |
| Ajuda de custo | 179.682 | 1.625.701 | +805% |
O combustível fecha. A ajuda de custo não: o contas a pagar está pegando cartão de benefício, diária de promotor de vendas e turno noturno do armazém junto com a do motorista. Só as que dizem “motorista” são frota — e essas somam R$ 155.503, batendo com a contabilidade.
Enquanto isso não for reconciliado, use os números desta página para comparar rotas entre si, que é para o que eles servem. Não os use como o custo real da operação.